6 de setembro de 2008

Abraço entre corpos que se doem. Afagos entre peles que se dizem. Deitados sobre sofá, impedindo a abertura da porta que guarda o ranço das gentes. Um sorriso deitado no pescoço dele, outro enrolado nos cabelos dela: o início de uma doce batalha. Não há ninguém que os impeça de dormir.



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