20 de fevereiro de 2009

a-caso sanitário.

abrindo a porta do banheiro púlblico esbaforida de calor e cansaço, pensando em nada e tudo. tudo se resumia a mais próxima torneira onde pudesse enfiar cabeça embaixo. mas o xixi era o mais urgente, esperar a vez para desfrutar de uma privada. foi quando, escutei meu nome. ao levantar a cabeça e procurar de onde o som do jota tinha saído. era dela. foi um olhar-terno, foi um olhar vestido de ternura.
e um abraço. e outro abraço. a saudade estava ali. e perceber que nos excluir não fazia sentido. fazíamos falta.

Um comentário:

Anônimo disse...

fazia falta! mta falta! porra! hahahaha, o olhar e o abraço disseram tudo né?! deixado pra trás, mto pela frente!!! =D